Suspiro para longe
Ausente de mim mesma
Sentada no cais da esperança
Descubro o meu querer
A minha sombra
Procuro memórias
Dentro do sonho,um grito de guerra
Um grito tão fino que o eco o destrói
Parto com as minhas asas
Parto como as ondas,ou com as estrelas
Dentro do sonho Sinto a corrente respirar
E num voo roubado
Aconchego a alma
Cruzo as pernas, sinto o equilíbrio
Poderia dizer que sofro de vertigens
Mas! Não...
Só sei voar de olhos fechados
Levanto-me antes de cair...
Com palavras tecidas arrumadas e vivas
Sou aranha gigante
Que não pode falhar
Teço a minha teia
De fios de arco íris
Penumbra do silêncio
Tempestade de abraços Não podes cair...
Nem largar os braços
Sobressalto de vida
Água colorida
Corpo que balança
Borboleta cega
Voo de princesa
Que perdeu o reino
Teias que suportam o sonho
E reflectem no espelho
Toia (Renascer 2012)






























A acompanhar este dois heróis :)
Memorizando...
Alentejo...na voz!
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